O primeiro sintoma: a dificuldade matinal em escolher a roupa para trabalhar. Já lhe acontecera outras vezes, há tempos, quando ainda era uma adolescente birrenta. Achava que aos vinte e muitos anos não teria mais esse tipo de sensação, como se o travesseiro tivesse amassado seu cérebro durante a madrugada. Depois contemplar com olhos perdidos [...]
Posts de fevereiro \24\UTC 2011
O primeiro sintoma
Publicado em Cattleya labiata em fevereiro 24, 2011 | 2 Comentários »
Síndrome sem nome
Publicado em Cattleya labiata em fevereiro 17, 2011 | Deixar um comentário »
Todo dia, numa certa hora – entre 18h e 20h -, ele quase desmaia. Tem uma violenta baixa de energia (hipoglicemia psicológica?) e parece que não vai mais aguentar seguir a vida. Respira com dificuldade, sente as pernas e os braços pesados, os olhos quase serrados e a coluna dobrando ao meio. Se soubesse alguma prece ele rezaria [...]
Autodiagnóstico
Publicado em Cattleya labiata em fevereiro 15, 2011 | 3 Comentários »
O primeiro sintoma: a dificuldade matinal em escolher a roupa, os sapatos, a bolsa, os brincos anéis relógios pulseiras. O segundo sintoma: papéis acumulados pela casa nos lugares mais improváveis, contas vencidas no criado mudo, revistas velhas na mesa da cozinha. O terceiro sintoma: misturar o lixo reciclável com o não-reciclável por pura falta de paciência [...]
@analuandrigueti
Publicado em Phalaenopsis album em fevereiro 4, 2011 | 1 Comentário »
to tentando tuitar. serei sua seguidora. *** Se o tempo não para Por que o dia não passa? *** Eu comeria minha nutricionista. *** Cansei de ser.
Publicado em Cattleya labiata em fevereiro 2, 2011 | 3 Comentários »
Hoje você atrapalhou o meu dia cavucou nosso passado esfriou minha barriga revirou-me do avesso remexeu minhas certezas declarou as suas taras lembrou-me nossas safadezas bagunçou o meu coreto girou meu eixo. E eu te agradeço.
Despejo
Publicado em Cattleya labiata em fevereiro 2, 2011 | 1 Comentário »
Vou entrar com uma ação de despejo contra você, que habita meus sonhos mesmo já tendo sido advertido mais de mil vezes de que não mora mais em mim.